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Monday, December 22, 2008

FELIZ ANO NOVO



Gentamiga,
Agora entro de férias até o dia 12 de janeiro!

Beijabrações & Feliz Ano Novo!!!

Luiz Alberto Machado

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Sunday, December 21, 2008

BRINCANDO NO SESC – AL



BRINCANDO NO SESC – AL - Realizada no SESC Guaxuma de 19 a 23 de janeiro de 2009, projeto é garantia de diversão para crianças Faltam poucos dias para a diversão da criançada ficar completa. Durante cinco dias, de 19 e 23 de janeiro, o SESC realiza mais uma edição do Brincando no SESC, a maior colônia de férias de Alagoas. Voltada principalmente para crianças de 06 e 11 anos, a colônia de férias oferece atividades como recreação, oficinas criativas, jogos aquáticos, passeios culturais e muito mais. As inscrições podem ser feitas no SESC Poço, até o dia 12 de janeiro. O pacote inclui almoço, camiseta e todo material que será utilizado nas oficinas, além do transporte de ida e volta do SESC Poço ao SESC Guaxuma. Nos cinco dias de colônia, os pequenos poderão curtir toda a infra-estrutura do SESC Guaxuma, como as piscinas, a quadra poliesportiva, a quadra de vôlei de praia, salão de jogos e sala de vídeos. Além disso, as crianças vão ser acompanhadas por uma equipe formada por assistente social, nutricionistas, médicos, profissionais de educação física, odontólogos, historiadores, arte-educadores, recreadores e voluntários. Brincando no SESC - Com mais de 10 anos de tradição, o Brincando no SESC tem entre seus objetivos desenvolver conhecimentos e habilidades nos pequenos. De forma lúdica, através de brincadeiras populares e atividades educativas, como a pintura, a modelagem e o teatro, a programação desperta e até reforça as relações sociais e afetivas das crianças. SERVIÇO: Brincando no SESC A melhor colônia de férias da cidade! Inscrições: até 12 de janeiro de 2009 (SESC Poço) Valor: R$ 60 (dependentes de comerciários), R$ 80 (dependentes de simples e conveniados) e R$ 150 (usuários). Incluso camiseta de identificação, transporte até o SESC Guaxuma, material utilizado nas oficinas e almoço durante os cinco dias. Realização: 19 a 23 de janeiro de 2009 Local: SESC Guaxuma Rua Coronel Mário Saraiva s/n – Guaxuma Mais informações: 0800 284 2440

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Saturday, December 20, 2008

NUTRIÇÃO INFANTIL



DE FOFINHO A GORDINHO- O livro “De fofinho a gordinho: um manual dirigido aos pais e profissionais envolvidos com a obesidade infanto-juvenil”, do médico paulista, doutor pela USP e membro do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, Carlos Alberto Nogueira de Almeida, aborda questões acerca do mal do século, seu filho está mesmo obeso? Obesidade é doença, sinais de perigo, por que seu filho está obeso? De fofinho a gordinho: quando é hora de tratar? O começo do tratamento: definindo responsabilidades, os pais, os irmãos e outros cohabitantes, os avós, a escola, o médico, o exercício físico, quando o psicólogo é necessários? Existe espaço para as medicações? A educação nutricional, o que é proibido? E o que é permito? Hoje é dia de que? Light ou diet? Mitos e verdades em obesidade infantil, um leão de cada vez, palavra de mãe, um pouco de estética e aprendendo a comer.

FONTE:
ALMEIDA, Carlos Alberto Nogueira. De fofinho a gordinho: um Manuel dirigido aos pais e profissionais envolvidos com a obesidade infanto-juvenil. São Paulo: FUNPEC, 2004.

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Monday, December 15, 2008

TURMA DA FRALDA



TURMA DA FRALDADaniela Colla é uma cantora e compositora que tem no sangue a paixão pela música. Toca piano e violão de ouvido, tem mais de 45 obras suas gravadas por artistas brasileiros. Em 2002 lançou um Cd romântico pela gravadora Warner, tendo se apresentado em programas de televisão de grande notoriedade como Hebe Camargo, Raul Gil, Adriane Galisteu, Domingo Legal, dentre outros. Neta de italiano, há dez anos vem se apresentando em casas noturnas no Rio de Janeiro com um show cujo repertório inclui desde clássicos da música italiana até canções mais pops, que vão de Lucio Dalla à Laura Pausini. Com sua bela voz Daniela Colla é uma artista que emociona em suas interpretações e mostra que veio para ficar. Com seu estilo próprio e carisma natural vem se destacando no cenário musical e conquistando o carinho do público amante da boa música. Recentemente, no Dia das Crianças, Daniela, inspirada pela maternidade, lançou seu primeiro DVD infantil chamado "TURMA DA FRALDA", na Fnac do Morumbi, em São Paulo. O projeto nasceu de “parto natural” a partir da vivência real de uma mãe que criou "musiquinhas" para brincar com sua filha. Todas as músicas foram compostas pela cantora e compositora com ou sem parceria. Integram o CD “A Perereca”, “Smack e Nhack”, “Primeiras Palavras”, “Vinheta Amamentar”, “Abobrão”, ”A Bola e o Dado”, “Vinheta Alô Alô”, “Seu Garfo e Dona Faca”, “Turma da Fralda”, “Vinheta Quantos Anos”, “Hora do Tibum”, “Canção para Carolina” e “Dorme Com Deus”. O DVD é todo animado em computação gráfica e teve embasamento psico-pedagógico. No momento, Daniela se dedica à divulgação do DVD da Turma da Fralda.

JOVEM ARTESÃO - Até o final de janeiro de 2009, no Espaço Cultural do Movimento Pró-criança, a exposição do Programa de Formação Jovem Artesão. A exposição é o resultado do primeiro módulo no processo de implantação do Programa do Jovem Artesão no Nascedouro de Peixinhos. O objetivo é a criação de uma rede de núcleos para a iniciação profissional de jovens no segmento do artesanato. A Galeria fica na Rua Vigário Tenório,135 (Recife Antigo) e a exposição aberta das 8h às 17h. Outras informações: (81) 3425.4450.

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Saturday, December 06, 2008

EXPOSIÇÃO DE LIVROS INFANTIS




Gentamiga,
Estes são os meus livros infantis.

O reino encantado de todas as coisas. Recife: Bagaço, 1992.
Falange, falanginha, falangeta. Maceió: Nascente, 1995.
O lobisomem zonzo. Maceió: Nascente, 1998.
O cravo e a rosa. Maceió: Nascente, 1999.
Alvoradinha: calango verde do mato bom. Maceió: Nascente, 2001.
A turma do Brincarte. Maceió: Nascente, 2008.
Frevo Brincarte. Maceió: Nascente, 2008.

Pedidos e contatos: lualma@terra.com.br ou pelo fone 82.8845.4611.

Vem aí:
Alvoradinha na Manguaba. Aguarde.

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Friday, November 28, 2008

EXPOSIÇÃO/FEIRA DE LIVROS LAM



Foto: Ceça Marques.

Nos próximos dias 29 e 30 de novembro, estará acontecendo a Exposição de Livro “LAM 26 anos de literatura”, com exposição dos meus livros publicados, Feira de Livros Infantis com os meus livros “Falange, falanginha, falangeta”, “Frevo Brincarte”, “A Turma do Brincarte” e “O cravo e a rosa”, venda do meu cd “LAM & Amigos”, recital de poesias e pocket show “Tatataritaritatá”.
SERVIÇO: EXPOSIÇÃO/FEIRA DE LIVROS LAM 26 ANOS DE LITERATURA Local: Salão de Eventos do Edificio San Benito – R. Arthur Bulhões, 244 – Mangabeiras. Horário: a partir das 18 horas do dia 29 até às 20 horas do 30/11/2008. Informações: 82.8845.4611 ou www.luizalbertomachado.com.br

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Wednesday, November 26, 2008

SEMANA DE ARTE E CULTURA APALA



SEMANA DE ARTE E CULTURA APALA – Ontem, terça 25/11, estive realizando a recreação “Frevo Brincarte” durante a Semana de Arte e Cultura da Apala – Alagoas. Festa bonita, muita gente. E o frevo comeu no centro quando contei a odisséia de Pai Lula com a Turma do Brincarte cantando frevo. Foi ótimo. Após a minha apresentação, a coordenadora do evento da Apala, Márcia, e a escritora Socorro Cunha me presentearam com o volume “A primavera chegou trazendo muito amor!”, reunindo desenhos das crianças assistidas pela entidade, resultado do Projeto de Expressão Artística e Cultural da promotora do evento. Uma maravilha. Obrigado Socorro pelo convite, obrigado Márcia e toda equipe da Apala – AL pela recepção. Beijabrações procês.
A programação prossegue nesta quarta e quinta, imperdível. APALA – Travessa Roberto Simonsen, 178 – Gruta de Lourdes – Maceió – AL. Fones: 82.2122.9400 2122.9406 www.apala-al.com.br

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Monday, November 24, 2008

SEMANA DE ARTE E CULTURA APALA





SEMANA DE ARTE E CULTURA APALA – Com uma programação que começa nesta segunda-feira, a APALA-AL promove a SEMANA DE ARTE CULTURA com participação do Coral Vozes do Coração, Edileide, Coral Ecumênico Infantil da LBV, Guerreiro, lançamento do livro A primavera chegou, Oficina de Sucata, Caralâmpia, Oficina de Circo e Dança com Maria Daiane e Grupo, Weverton, Oficina de Artes, Jadson, Maracatu e muito mais. Estarei participando da festividade, dia 25/11, a partir das 14 horas, com a recreação “Frevo Brincarte”. APALA – Travessa Roberto Simonsen, 178 – Gruta de Lourdes – Maceió – AL. Fones: 82.2122.9400 2122.9406 www.apala-al.com.br

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Monday, November 17, 2008

PREMIO ANA MARIA MACHADO



CONCURSO NACIONAL CEPETIN DE DRAMATURGIA 2008 - PRÊMIO PARA TEXTOS TEATRAIS INFANTIS INÉDITOS e AUTORAIS. O PRÊMIO ANA MARIA MACHADO/CONCURSO NACIONAL CEPETIN DE DRAMATURGIA –É voltad0 para textos teatrais infantis inéditos de autores brasileiros ou naturalizados.Constitui objeto o incentivo a literatura dramática e o surgimento de novos dramaturgos, através da premiação de autores brasileiros de textos teatrais inéditos para a infância e juventude. PRÊMIO ANA MARIA MACHADO Concurso Nacional CEPETIN de Dramaturgia CEPETIN – CENTRO DE PESQUISA E ESTUDO DO TEATRO INFANTIL Rua: Vicente Licínio, 154 / 102 Tijuca – RJ – Rio de janeiro CEP: 20.270-340. As inscrições serão abertas de quatro de agosto a 28 de novembro de 2008.Info: CEPETIN www.cepetin.com.br. Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo telefone xx-21-2254-0398 ou pelo e-mail cepetin@yahoo.com.br. Regulamento: http://www.cepetin.com.br/concurso.html

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Saturday, November 08, 2008

ENTREVISTA SOCORRO CUNHA



Foto: André Fon

Socorro eu conheci quando me dirigia para a Feira de Livros e Exposição Literária Alagoana da Escola Conceição Lyra, em São Miguel dos Campos.
Nessa hora ela me presenteou os seus livros. Nossa! Endoideci às primeiras folheadas. E bati de pronto na hora:

- Socorro, quero fazer uma entrevista com você!

Gente, o que azoei a coitada, chavecando no juízo dela o maior blá blá blá para que ela me concedesse a entrevista, não está no gibi. Pois foi. Sabe por quê? Para quem não conhece, Maria do Perpetuo Socorro Cavalcante da Cunha é escritora e pedagoga,também é autora dos livros infantis “A vaca amarela”, “A galinha beliscona” e “O trem ABC”. Uma maravilha de livros que me encantaram que só. Além disso, ela é graduada em pedagogia pelo CESMAC, com habilitação em Orientação Educacional. Realizou trabalho voluntário no projeto “Graciliano é uma graça” em que desenvolveu a cultura da paz. Em parceria com Maristela Pozitano desenvolve o projeto “Série Aprender” onde publicou livros infantis com temas transversais. No projeto “Série Aprender” ela pretende utilizar o lúdico e a criatividade para explorar conteúdos didáticos e transversais. Traz em seu contexto o estimulo à imaginação que venha possibilitar o despertar da sensibilidade e da percepção da criança necessários à sua formação, utilizando o reforço nas ilustrações das personagens, associadas aos conteúdos numa atividade lúdica.

É mole? Por isso mesmo que fiquei espezinhando para ela dispor de uma conversa com a gente. Foi aí que esta semana estive na sua residência. Conheci seu esposo e seu filho, tudo gente boa que nem ela. Aí, como falo que só o homem-da-cobra, danei-me a explicar razões diversas e tantas que ela findou concedendo essa entrevista.

Com vocês, Socorro Cunha.

LAM - Socorro, de início vamos para a pergunta de praxe: como foi e quando se deu seu encontro com a literatura?

O meu encontro com a literatura foi lentamente se construindo desde 1999. Estava vivendo um momento de intensa reflexão de vida. Nessa fase encontrei na poesia uma fonte de luz que me fez despertar para uma maior sensibilidade até então não percebida.

LAM - Quais as influencias adquiridas na infância e adolescencia que marcaram sua predileção pela literatura?

Foram os clássicos da Literatura Infantil e livros religiosos. No período de adolescência ampliei minhas leituras com romances,livros de suspense e religiosos que estimulavam a minha imaginação,levando-me a construir um mundo particular traduzido a partir dos meus sonhos e desejos juvenis.

LAM - Você é escritora e pedagoga, quando foi que surgiu a vontade de escrever para o público infantil?

De inicio tudo pareceu uma brincadeira,um lazer. Mas verdadeiramente foi a experiência de ser mãe que despertou em mim o desejo de escrever para esse público. Ao orientar os meus filhos nas tarefa s escolares, as idéias foram surgindo persistentemente. Junto com eles foi que iniciei o processo a partir da elaboração de um livro artesanal, em que eu escrevia a história e eles desenhavam e pintavam as figuras.

LAM - Qual a sua opinião a respeito da dicotomia existente entre arte e educação? É possível a arte na educação?

Essa dicotomia nos impossibilita de agirmos cada vez mais como sujeito abstrato e nos faz agir como um produto da cultura. Arte é possível sim, na educação desde que ela vá na essência do sujeito como pessoa, traduzindo significados que ultrapassem as práticas sociais.

LAM - Agora vamos falar dos seus livros infantis. Primeiro: como se deu o processo de criação e como foi a experiência, expectativa e resultados da publicação do livro "A vaca amarela"?

O livro "A Vaca Amarela", surgiu no meio de outra história. Escrevia a história " O Reinado do Leão" de repente os pensamentos me levaram para um novo contexto. Interrompi a história "O Reinado do Leão" e escrevi num mesmo momento a história " A Vaca Amarela", foi uma inspiração repentina, mas consistente.

LAM - E também como foi o da "A galinha beliscona"?

A história "A Galinha Beliscona" surgiu num momento de curiosidade, olhando um cesto com ovos comecei a pensar de imediato: Quantos ovos será que tem naquele cesto? E nesse instante a história se iniciou de maneira prazerosa.

LAM - E o "Trem ABC"?

O livro "O Trem do ABC" foi princípio de tudo, uma história mais pensada. O ABC é o ínÍcio de quem vai aprender a ler. Então essa história foi escolhida por mim para ser a introdução deste projeto de elaboração de história infantil.

LAM - Você participou do projeto Graciliano é uma graça, conta pra gente como foi esta experiência?

Participei do projeto como voluntária. Desenvolvi algumas atividades pedagógicas com as crianças como: roda de leitura, dinâmicas com temas sobre valores humanos, jogos recreativos , etc. A experiência me fez vivenciar a minha formação acadêmica de maneira pratica dentro da realidade do projeto. Porém utilizei a teoria conforme a necessidade dos momentos.

LAM - O que é o projeto Série Aprender? Ah, fala também do trabalho que você está desenvolvendo na Apala.

São histórias que trazem em seu contexto conteúdos que didaticamente fazem parte da proposta currícular. A Apala está sendo uma experiência que além de participar do desenvolvimento dos trabalhos culturais estou adquirindo referência de vida com as crianças que espontaneamente expressam a superação de suas dificuldades de saúde valorizando a vida nos seus momentos mais difíceis.

LAM - Como você avalia a atuação da Literatura Infantil no processo de formação dos leitores? É possível pensar em hábito de leitura num mundo dominado pela televisão e pradoxalidades?

A Literatura Infantil é uma das portas de acesso para a criança entrar em contato com o conhecimento sistematizado. É preciso sustentar o processo de leitura não só como hábito mais também como referência para novas descobertas e novo entendimento diante das expectativas. Nesta dualidade, televisão X leitura a concorrência é desleal, porém, devemos procurar praticas que valorizem a importância dos dois veículos no caso procurar fazer uma parceria a partir de leitura critica do que está sendo transmitido.

LAM - E a Internet? Como pedagoga, a rede é positiva para o processo de formação educacional? Como escritora: a internet tem contribuido para difusão do seu trabalho?

A internet é uma boa ferramenta de trabalho com ela é possível agregar mais conteúdos em todas as áreas. Acho a rede positiva para a educação, contudo são necessárias orientações constantes para evitar a contaminação de pensamentos e valores prejudiciais a formação de sujeito que já ser inexperiente não possui condições de filtrar tantos conteúdos veiculados.

LAM - Para terminar: quais os projetos pretende realizar e quais as perspectivas editoriais de Socorro Cunha? Novas publicações? Novos projetos em andamento? Fala a respeito.

No momento estou realizando a gravação de um "CD" com músicas infantil e, conclui o livro " O Gato e o Rato" que traz em seu contexto a leitura das palavras associado ao tema amizade.

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Monday, November 03, 2008

NOVO SITE E NOVIDADES



Gentamiga,
Site novo na área, arte de Mariza Lourenço com fotos da Derinha Rocha que fizeram tudo ficar muito bonito na minha home. Vou adorar sua visita e comentário.

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Sunday, November 02, 2008

VERA LINDEN



O NASCIMENTO DO SAPINHO TOMÉ

Há muita injustica com os sapos.São animais muito úteis, pois comem insetos.Principalmente,aqueles nocivos,malvados que nos causam doença,como o
peste do "mosquito da dengue".Bem, hoje vou falar sobre um sapinho muito,muito especial.Minha amiga JANE RIOS e eu fizemos curso para "Contadora de Histórias" com o Prof. FABIANO(oportunamente falaremos sobre ele.) Gostei muito dos fantoches
para contar histórinhas.Daí, pensei em um sapinho. Fomos na Bienal do Livro em Vitória no Espírito Santo.É uma linda feira de livros, quem puder, não perca.Lá no estande de uma livraria haviauma caixa com fantoches. Tirei um jacaré...uiiii,me deu um medão..... que susto.Aquele bicho brabão,podia até me morder. Mas, JANE achou um sapinho, verdinho,bonito e lá estava o nosso sapinho: T O M É ! Assim, JANE RIOS que tem jeito de rainha e é uma moça muito bonita, é a madrinha de TOMÉ. O danadinho, desde alí não parou mais de contar histórinhas.Contou para cem crianças, em Aribiri
em uma festa linda, que a tia GRACINHA faz para presentear e alegrar a criançada, no dia da criança,12 de outubro. TOMÉ ama as crianças, as plantinhas, as flores e toda a natureza, a água, os rios e nos fala como cuidar de toda a criação do Pai do Céu.Não poluir rios,lagos,mares.Breve teremos muitas histórinhas dele.Até de como
cuidar de nós mesmos, dentes escovadinhos, a gostozura de tomar um banho e assim vai. TOMÉ manda um abração!

A NATUREZA É UMA BELEZA! E VIVA COM LEVEZA!

VERA LINDEM – a poeta gaucha Vera Linden começou sua vida literária ao 10 anos de idade quando venceu um concurso na escola, ganhando uma bolsa de estudos para concluir o primário. Depois ganhou alguns prêmios em Vila Velha e São Leopoldo. Já trabalhou como assistente administrativa, desenhista técnica e instrutora do Senai/Noturno até aposentar-se. Agora se dedica a escrever artigos, cartas, contos, cordel, crônica, infantis e poemas.

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Saturday, November 01, 2008

MARIA DA GRAÇA ALMEIDA



ANTIGAS BRINCADEIRAS

Se o dia solta o freio,
minha face logo cora,
dia claro é o melhor meio
de manter a noite fora.

Junto ao sol a criançada
e escolho um bom lugar,
logo o som das gargalhadas
sobe solto pelo ar!

Piquenique no quintal,
pique - esconde e pega-pega...
Passa-anel é bem legal!
Tapo os olhos: cabra- cega.

Para não ficar sozinha,
pulo corda com amigos.
Ao brincar de amarelinha,
quero aqui alguém comigo.

O pião que é de madeira
jogo de qualquer maneira,
do pininho do pião,
sempre levo um beliscão!

Bola- atrás e bambolê...
não costumo desistir.
Quando venço, diz você:
- O que vale é competir!

MARIA DA GRAÇA ALMEIDA - a escritora, pedagoga e professora paulista Maria da Graça Almeida, é formada em Educação Artística. Ela participa de diversas antologias e possui crônicas, cartas e poemas publicados em diversos sites da rede. Ela é autora das publicações “Espelho -Poesias Sem Mistério”, “A Graça que o bicho Tem”, “ Que traça sem graça”, “Mitos do folclore”, “A Menina da janela”, “O Cuco Maluco”, “O besouro doente”, e mais de de mais de vinte livros inéditos para crianças.

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Thursday, October 30, 2008

TURMA DO XAXADO



TURMA DO XAXADO – ARTE, CULTURA E EDUCAÇÃO - A “Turma o Xaxado”, são os personagens mais brasileiros das histórias em quadrinhos, ganhadora de vários prêmios e menções honrosas e publicada diariamente no maior jornal do norte-nordeste, em revistas de circulação nacional, livros didáticos e adotado em escolas e colégios. Por sua proposta de difundir a nossa cultura e resgatar a nossa cidadania a Turma do Xaxado está conquistando a simpatia e admiração dos leitores. O AUTOR – Antonio Luiz Ramos Cedraz tem o título de Mestre dos Quadrinhos Nacionais, concedido pela Associação de Caricaturista e Desenhistas de São Paulo e é o criador da Turma do Xaxado, com a qual ganhou, 6 vezes, o mais importante prêmio de Histórias em Quadrinhos do Brasil: o HQ MIX, considerado o Oscar dos quadrinhos Brasileiros. Já publicou trabalhos nos principais jornais da capital baiana (A Tarde, Tribuna da Bahia e Jornal da Bahia). Tem revistas editadas por várias editoras de São Paulo (Editora Nova Sampa, Press Editorial, Bentivegna, Escala), Rio de Janeiro (Editora Cedibra), e Curitiba (Editora Grafitti), além de ter publicado inúmeras histórias em jornais de todo o Brasil (Zero Hora, de Porto Alegre; O Fluminense, de Niterói; O Dia, do Rio de Janeiro; Jornal de Santa Catarina, de Blumenau; Diário do Nordeste, de Fortaleza; A República, de Manaus e A União, de João Pessoa) e em jornais e revistas de Cuba, Portugal e Angola.Pela Editora Escala (SP), publicou mais de 35 revistas, distribuídas mensalmente pela Fernando Chinaglia para bancas de todo o país. Ilustrou diversos livros de literatura infantil e juvenil para as Editora do Brasil, Multipress, Santuário, Bureau, EBDA-Bahia e Paulinas.Atualmente publica as tiras em quadrinhos da Turma do Xaxado em livros didáticos das editoras Moderna, FTD, Saraiva e Ática e, diariamente, no jornal A Tarde (Salvador Ba). Já publicou nos jornais O SUL de Porto Alegre RS e Diário do Nordeste de Fortaleza Ce. Tem 25 livros e revistas editadas por sua editora e adotados por diversos colégios.Antonio Cedraz é membro da Câmara Baiana do Livro e da Associação Baiana de Cartunistas e Ilustradores.A OBRA – A coleção OUTRAS HISTÓRIAS tem seis livros com textos e lindas ilustrações que agradam a quem está começando a ler e também quem gosta de histórias com grande conteúdo de brasilidade. As histórias da coleção são: O lixo que queria ser reciclado - Todas as mães - Domingo no parque - As aventuras do padre - A Lâmpada mágica - Cavalo malhado para presidente. O projeto é patrocinado pelo Governo da Bahia através do Programa de Incentivo à Cultura – FAZCULTURA -, com apoio do Posto de Combustível Taquípe. O QUE? LANÇAMENTO DA COLEÇÃO “OUTRAS HISTÓRIAS DA TURMA DO XAXADO”. AUTOR: ANTÔNIO CEDRAZ QUANDO: 16 HORAS, DIA 07 DE NOVEMBRO DE 2008 ONDE: BIBLIOTECA JURACY MAGALHÃES, Ilha de Itaparica. Editora Cedraz Tel: (71) 3357-5289 - Cel.: 8860 2224
Sites: www.xaxado.com.br

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ENTREVISTA DE ANTONIO CEDRAZ
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Sunday, October 26, 2008

TACIANA VALENÇA



QUE CONTA, HEIN?

TACIANA VALENÇA

Minha irmã é uma pessoa maravilhosa, mas muitas vezes não presta muita atenção às observações que faz e nem ao que diz. Troca ditados, nomes, enfim, uma figura.
Neste dia, o seu caçula estava fazendo 5 anos, o mais velho faria 10 no mês seguinte. Apesar de pequenininho, sempre teve respostas para tudo e nesse dia ele disse a mãe:
- Mãe, meu irmão vai fazer o dobro da minha idade, né?
E ela, com toda certeza que Deus não lhe deu:
- Ele sempre terá o dobro da sua idade meu filho.
O pequeno, espantado, retrucou:
- Quer dizer que quando eu fizer 50 ele faz 100????

TACIANA VALENÇA – a escritora pernambucana Taciana Valença é Administradora de Empresas, atualmente trabalhando na área de publicidade. Escreve poesias, crônicas, haikais, poemas e contos.

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Saturday, October 25, 2008

LENICE GOMES



LENICE GOMES - A escritora de literatura infantil e infanto-juvenil e contadora de histórias Lenice Gomes lançará o livro “A menina que bordava bilhetes”, pela Cortez Editora, e será a figura central de debate no programa Literato, a realizar-se na próxima terça-feira, 28, às 19 horas, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108). Há quase 30 anos, a pernambucana Lenice Gomes escreve e conta histórias para os miúdos. Tem 16 livros publicados e é uma das principais autoras de livros infantis e infanto-juvenis do Brasil. Um deles já vendeu mais de 60 mil exemplares; dois receberam o selo de “altamente recomendável”, pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Em 2003, foi finalista do Prêmio Jabuti, o mais importante do Brasil. Natural de Japi, no agreste pernambucano, Lenice Gomes tomou gosto pelas palavras ainda na infância, quando o pai, um militar precocemente aposentado, juntava a família e botava o pé da estrada, buscando uma nova cidade para morar. O pai era um homem que sabia histórias de cordel; a mãe e o avô contavam histórias. Todo esse conjunto cativou a menina, e a escritora pode ter nascido daí. Licenciada e bacharela em História, especialista em Literatura Infanto-Juvenil e pesquisadora, Lenice Gomes ministra cursos, oficinas e palestras. Ela é autora de livros infantis como “Na boca do mundo”, “Quando eu digo digo digo”, “O tempo perguntou pro tempo” e “Brincando adivinhas” – este, recomendado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Participam da conversa com Lenice Gomes o escritor e contador de histórias Almir Mota (mediador e debatedor), a escritora Socorro Acioli (debatedora) e o público presente ao cineteatro do Centro Cultural, que poderá formular perguntas por escrito. ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Lenice Gomes – a escritora ficará hospedada em Fortaleza no Mareiro Hotel (ex-Olympo Praia Hotel), a partir das 14 horas deste sábado, 25. O endereço do hotel é av. Beira-Mar, 2380 (fone: (85) 3266.7200). Celular da Lenice: (81) 9174.8663. E-mail: m.lenice@globo.com. Almir Mota (mediador e debatedor) – (85) 8807.5332 / 3232.0548 – historiasdoalmir@hotmail.com Socorro Acioli (debatedora) – (85) 3267.3508 – socorroacioli@gmail.com Carolina Teixeira (coordenadora dessa edição do Literato) – (85) 9629.1777 / 3464.3178 – carolinatr@bnb.gov.br Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do Nordeste) – (85) 3464.3196 / 8736.9232 – lucianoms@bnb.gov.br

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Monday, October 20, 2008

TURMA DO BRINCARTE



TURMA DO BRINCARTE

Luiz Alberto Machado

MenininhoNito virou Nitolino que voou SuperNito. Aí salvou a Rosa que arengava com o Cravo e ficaram na boa. À toa Maluquim sorria com as estripulias de Alvoradinha que nada mais tinha que bulir com o Lobisomem Zonzo, que futucar o Maior-de-todos, dar língua pro Pai Lula que carregava Seu-vizinho pra aula da Tia Conça que ensinava abc pro Jeguim, a contar pro Fura-Bolos, a se aquietar pro Bichim, a voar pro Pontinho e apartar a briga do Fura-Bolos com o Gordim. Essa trupe é um alvoroço, não se emendam mesmo.Ô trupe danada, dizia Pai Lula.

OUTRAS DICAS:
PRÊMIO LUDICIDADE - Seguem até 8 de novembro as inscrições para o Edital Prêmio de Ludicidade. O edital concederá até 200 prêmios no valor de R$ 18 mil a cada entidade sem fins lucrativos que atue nas áreas sócio-cultural-artístico-educacionais, no segmento da Criança e Adolescente, ou que estejam envolvidos em parceria com escolas, universidades públicas ou demais instituições. Objetivo é promover uma política nacional de transmissão e preservação da Cultura da Infância e da Adolescência, por meio de projetos e ações que assegurem seus direitos segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente. Edital, inscrições e outras informações:www.cultura.gov.br/.
A BATALHA DA VÍRGULA CONTRA O PONTO FINAL http://www.8p.com.br/ciaatoresdemar OUTUBRO Dia 25 - sábado, às 18:30 FNAC - Barra Shopping Av. das Américas, 4666 - Loja B 101/114 Barra da Tijuca – RJ ENTRADA FRANCA CIA ATORES DE MAR´ Quality Shopping Av. Geremário Dantas, 1400 loja 118 (secretaria) loja 233 (curso) Freguesia - Jacarepaguá – RJ (21) 3905-8726 - 2424.6254 e-mail: ciaatoresdemar@gmail.com blog: http://www.marjuniorciaatoresdemar.blogspot.com

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Friday, October 10, 2008

DIA DA CRIANÇA




www.luialbertomachado.com.br

CRIANÇA

Música & Letra de Luiz Alberto Machado

Brinquedo de criança
Que eu vou brincar
Contigo nesta noite
Eu quero me embalar
Coisas de infância
Que eu vou sonhar
Com novas brincadeiras
Que eu vou inventar
Brincando de cantiga
Que eu vou cantar
Cantando a minha vida
Que já vai começar
Pular amarelinha
Ou estudar toda lição
São coisas que a gente
Vai guardar no coração
Ou pula academia
Ou faz a roda ou garrafão
Jogando bola o tempo todo
Para alegrar nossa canção
Capelinha de melão
É de São JoãoÉ de cravo, é de rosa
É de manjericão
Pular corda direitinho
Pula fora, não
Se pular a corda fora
Leva um beliscão
O seu rei mandou dizer
Pra cantar outra canção
Que a cantiga já ta feita
E não tem outra não
Não tem outra não
Não tem outra não
Não tem outra
Não.

© Luiz Alberto Machado. Direitos reservados. In: Falange, falanginha, falangeta. Maceió: Nascente, 1995. E apresentada no show “Por um novo dia”, de Luiz Alberto Machado, na temporada de 1986/87. Veja o clip desta e de outras canções acesssando: http://www.youtube.com/luizalbertomachado

Interessados em contratar a recreação infantil "Falange, falanginha, falangeta", para alunos de Educação Infantil e primeiro ciclo do Ensino Fundamental, contactar lualma@terra.com.br ou fone 82.8845.4611.

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Tuesday, October 07, 2008

Monday, September 29, 2008

FREVO BRINCARTE NA ESCOLA JORGE DE LIMA



Foto: Cêça Marques – Professora da Escola Municipal Jorge de Lima - Maceió

FREVO BRINCARTE – MUITA FESTA

Na manhã da última sexta-feira, atendendo convite da professora Ceça Marques, estive na aconchegante Escola Municipal Jorge de Lima, no bairro de Santa Lúcia, em Maceió. Lá encontrei uma garotada alegre e ativa, mães e pessoas do bairro, professoras dedicadas e um ambiente bastante acolhedor.
Neste cenário, primeiro fiz doação de livros infantis para a professora que me convidou. Depois fiz brincadeiras com a garotada ao som de muito frevo, sorteei livros e fiz distribuição do kit-Brincarte com bolo, salgados e doces, refrigerantes e muita festa.
Para você ter uma idéia, veja as fotos abaixo da Turma do Brincarte na Escola Jorge de Lima:



Atividade na sala de aula da professora Ceça Marques sobre o meu livro “Falange, falanginha, falangeta”.



Cartaz no portão da Escola Jorge de Lima.



Brincando com a garotada e sorteando meu livro “O cravo e a Rosa”. Foto de Cêça Marques.



Aluno da escola exibindo o meu livro “Falange, falanginha, falangeta”.



Alunas da escola exibindo o meu livro “Turma do Brincarte”.



Professora organizando a turminha para distribuição do kit-Brincarte.



Distribuição do kit-Brincarte para a garotada da escola e presentes ao evento.



Vista parcial da presença maciça das mães e moradores do bairro de Santa Lucia na Escola Jorge de Lima.



Professora Ceça Marques organizando com as demais professoras do educandário o evento.

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FREVO BRINCARTE

Friday, September 26, 2008

FREVO BRINCARTE NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE DE LIMA – MACEIÓ



FREVO BRINCARTE NA ESCOLA JORGE DE LIMA, BAIRRO DE SANTA LUCIA – MACEIÓ.

Atendendo um convite da professora Cêiça Marques, Luiz Alberto Machado estará daqui a pouco, a partir das 8hs, na sede da Escola Municipal Jorge de Lima, no bairro de Santa Lúcia, em Maceió – AL, com uma manhã de autógrafos dos livros “Frevo Brincarte”, “Turma do Brincarte”, “Falange, Falanginha, Falangeta” e “O cravo e a rosa”, também com a exposição de livros “LAM: 26 anos de Literatura” e uma recreação infantil com música, teatro e contação de histórias ao som de muito frevo.

ALVORADA



Letra & música de Luiz Alberto Machado

Venha pegar alvorada
Na barra do dia
No sol a raiar
Essa mais pura magia
Da nossa folia
Feliz de cantar

Venha pegar alvorada
Na troça vadia
No passo a pular
Venha prá sã fantasia
Sem a pacutia
Ou pantim de chiar

Faça a partir desse dia
A sua sadia vontade de paz
Que a vida tem valia
Se a gente é quem faz

© Luiz Alberto Machado. Direitos reservados.

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Thursday, September 25, 2008

DIA DO RÁDIO



O RÁDIO E A RADIODIFUSÃO

O rádio é um veiculo de comunicação de suma importância para as pessoas por ser fonte de informação e entretenimento. O começo de tudo ocorreu em 1864, quando o físico escocês James Clerk Maxwell lançou uma teoria, a qual uma onda luminosa podia ser como uma perturbação eletromagnética que prolongava no espaço vazio atraída pelo éter. Mas o físico morreu e deixando para o mundo apenas a idéia através desta teoria matematicamente comprovada, sem poder contudo levá-la para o experimento.
Em 1887, Heinrich Rudolf Hertz, um jovem estudante alemão, impressionado com a teoria de Maxwell, construiu um aparelho que era constituído de duas varinhas metálicas de 8 centímetros de comprimento, colocadas no mesmo sentido e separadas por um intervalo de 2 centímetros; unindo cada varinha aos pólos de um gerador de alta tensão, carregava-se um condensador, parte integrante do equipamento, que sofria o mesmo número de alterações. Com este dispositivo, depois de construído produzia correntes alternadas de período extremamente curto, que variavam rapidamente. Assim foi realizado o sonho de Maxwell, as ondas descobertas por ele, foram chamadas de "Ondas Hertzianas".
No ano de 1895, o italiano Guglielmo Marconi, teve a idéia de transmitir sinais à distância. Utilizando o dispositivo de "Heinrich Rudolf Hertz", voltou totalmente ao estudo das ondas Hertzianas. Mais tarde, Marconi fez a descoberta do principio de funcionamento da antena, resolvendo o grande problema: enviar sinais pelo espaço.
Já em 1896 consegui enviar mensagens em código morse de Dover na Inglaterra a Viemeux na França. Com isto, teve o mérito de reunir os conhecimentos obtidos no campo da radioeletricidade, e utilizou para construir um aparelho para controlar os sinais propagados pelo espaço. No mesmo ano, recebeu em Londres, Inglaterra, a patente do seu invento.
Em 1903, o inventor conseguiu enviar uma mensagem ao outro lado do oceano.
Em 1906, Reginald Aubrey Fessenden, dispôs de um microfone, o qual foi construído por ele, onde podia incluir qualquer som desejado às ondas irradiadas, com isso pode enviar sinais de voz e sons de fonógrafo.
Em 1908, físicos de todas as partes do mundo, lutavam sem tréguas para o seu aperfeiçoamento. Joseph John Thompson, Thomas Alva Edson, Lee de Forest, John Ambrose Fleming e Erving Langmuir, deram vida as primeiras válvulas.
Guglielmo Marconi em 1909, recebeu o Prêmio Nobel da Física. Sem contestarmos as enciclopédias ou as obras oficiais que traduzem a história universal, a descoberta do rádio, não teria sua abrangência, se não fosse citado os fatos da vida do "Padre Roberto Landell de Moura " o homem que deu inicio a comunicação".
No Brasil, em setembro de 1922 realizava-se a primeira emissão radiofônica oficial, com um discurso do presidente Epitássio Pessoa durante a exposição comemorativa do centenário da independência no Rio de Janeiro. Mas somente em 1923, o rádio iniciaria a sua trajetória no país, com a instalação da primeira emissora brasileira: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada por Roquete Pinto que defendia a necessidade de transmitir educação e cultura aos brasileiros espalhados por todas as regiões do país. Por essa razão, a primeira missão do rádio foi, basicamente, educativa. Várias rádios seguiram o exemplo e algumas ganharam destaque como a Rádio Escola Municipal do Distrito Federal, as Rádios Club do Brasil e a Rádio Educadora Paulista. Durante treze anos Roquete Pinto esteve à frente da Rádio Sociedade, mas em Setembro de 1936, passa a se chamar Rádio Ministério da Educação, a atual Rádio MEC. No mesmo ano, a função educativa do rádio tornava-se oficial. Durante parcialmente toda a década de 1920, o rádio brasileiro caracterizou-se pela produção de programas simples – informativos ou musicais.
Os anos 30, entretanto, trazem uma mudança súbita e fundamental na programação radiofônica. No ano de 1932, recebeu autorização oficial para a veiculação de anúncios indo ao ar o primeiro jingle da rádio. No ano de 1937, cria-se o serviço de radiodifusão educativa, uma iniciativa do governo de Getúlio Vargas. Durante toda a década de 1930, os textos publicitários no rádio brasileiro divulgavam produtos e estabelecimentos exclusivamente nacionais que patrocinavam os mais variados tipos de programas de sucesso no rádio da época.
A partir de 1940, no entanto, o quadro até então predominante na área da publicidade radiofônica sofre duas mudanças fundamentais: em março de 1940, a estatização da Rádio Nacional do Rio altera o equilíbrio de forças no rádio brasileiro, principalmente o carioca. Transformada em emissora estatal, mas com o direito de continuar a veicular anúncios, a Rádio Nacional inicia, assim, sua trajetória como líder de audiência. É quando surge a primeira radio-novela de grande sucesso, que permaneceu no ar entre 1941 e 1943, prometeram fotografias dos artistas e um álbum com o resumo da mesma aos ouvintes que enviassem um rótulo de Colgate. No primeiro mês chegaram 48 mil pedidos e as perspectivas eram de aumento. Cessou o fornecimento. Também a publicidade influiu diretamente na introdução do jornalismo radiofônico no Brasil : em agosto de 1941 a Radio Nacional do Rio de Janeiro transmitia a primeira edição do Repórter Esso, informativo que permaneceu no ar durante 27 anos (até 1968) e que alterou completamente o padrão dos jornais-falados vigente, até então, no rádio brasileiro. Cobria principalmente a segunda guerra mundial. A rádio Continental do Rio torna-se a primeira emissora brasileira especializada em reportagens externas, uma criação de Carlos Palut, que levantava os assuntos, realizava as gravações e posteriormente eles eram levados ao ar, no Jornal de Reportagem.
Somente em 1944, 21 anos depois da fundação da primeira emissora brasileira, profissionais e empresários do rádio conseguiram reunir-se para criar a Associação Brasileira de Rádio (ABR), entidade que "visava a defesa, a orientação e a união de todos os que trabalhassem no rádio para o rádio" qualquer que fosse a modalidade da função que exercessem.
A partir da metade da década de 1950, o radio brasileiro começa a registrar uma queda significativa de audiência, em decorrência da veloz popularização da TV. Conjugando o som e imagem, o radio está condenado à extinção pelo novo veículo. O rádio se transforma em um toca discos e luta, sem ressonância.
Nos anos 60 encontramos rádios preocupadas em segmentar ainda mais sua programação. Existiam rádios como a Rádio Excelsior que lançou sua NEW FACE em 1968, que permanecia com sua programação voltada somente para música. Muitas outras emissoras seguiram este caminho, outras intensificaram seus programas jornalísticos. Foi ai que começam a operar no Brasil as primeiras transmissões de FM - freqüência modulada. Inicialmente ofereciam assinatura do sistema, para hospitais e residências, que contratavam o serviço para contar com músicas suaves de fundo, além de empresas que contavam com uma programação alegre e estimulante.
A partir dos anos 70, começa uma transformação nas rádios, que buscavam sair do marasmo que cairá com o advento da televisão nos anos 50. Em 1976 o governo cria, a Rádiobrás – Empresa Brasileira de Radiodifusão, tinha como finalidade: organizar emissoras, operar e explorar serviços de radiodifusão do Governo Federal; montar e operar sua própria rede de repetição e retransmissão; realizar a difusão de programação educativa, informativa e de recreação; formar através de treinamento de pessoal, profissionais para o rádio. No final dos anos 70, as emissoras começam a fundir-se, buscando a transmissão de seus conteúdos através de verdadeiras redes, como a televisão já fazia. Criando a "Sociedade Central do Rádio", em 1980, com o objetivo de melhorar a comunicação com o mercado e estabelecer recursos de índice de audiência e centralização da informação. Nesta época surgem as empresas com especialização em programação, existentes até os dias de hoje no mercado radiofônico, elas são formadas por estúdios de áudio, que produzem toda a plástica das emissoras, como por exemplo: vinhetas, trilhas sonoras, spot comerciais e assim por diante. Durante a década de 1970, as emissoras oficiais e privadas passaram a transmitir programas rotulados como educacionais e produzidos principalmente pelas Rádios MEC do Rio de Janeiro e de Brasília, com ênfase na divulgação de aspectos culturais do País, como a música popular brasileira.
No final de 1982, a Radio Jornal do Brasil FM, do Rio de Janeiro, foi a primeira emissora a tocar os famosos e já conhecidos CD’S – Compact Disc. Eles começam a substituir as cartucheiras e outros assessórios de provisão de áudio, com a vantagem, eram lidos por laser, aumentando a vida útil do material, não havia risco de deformação do disco e som era digital, aumentando assim a qualidade das transmissões.
Nos anos 80, e os anos que se seguiram rádios "piratas" tiveram um grande crescimento, era possível que uma cidade pequena de interior, tivesse até mesmo cerca de 30 estações piratas. Porém a realidade atual do rádio, lentamente está em transformação. Grande responsável por essa transformação é a chegada da Internet em 1995, pois a partir da rede mundial de computadores, é simples instalar e transmitir Rádio, mesmo porque não existe nenhum órgão regulador de transmissões por esse meio, o Rádio e muitos que gostariam de expressar suas idéias, ganha um canal de comunicação, quase gratuito, onde pode divulgar, além de idéias, sua programação. Acredito que em breve sistema de Rádio via Internet, terá o seu sinal captado por aparelhos pequenos e versáteis.
A formação de redes copia de certo modo o sistema de distribuição de transmissões das televisões. O sistema consiste em distribuir programação através de várias praças (regiões de transmissões). O maior problema que este sistema enfrentou no começo, foi à questão cultural das regiões, pois os costumes de moradores do Pantanal, são diferentes dos moradores de São Paulo. Para acabar com este problema, o jeito foi misturar programação, dividindo 50 % de programação nacional e 50 % de programação regional. A televisão já faz isso há muitos anos, e essa alternativa obteve sucesso. A pioneira em transmissão em rede, foi a Transamérica, de São Paulo que conta com 6 emissoras próprias, sendo que ao todo 28 emissoras fazem parte do sistema de retransmissão. Logo vieram outras emissoras com o mesmo objetivo (transmissão em rede).
As rádios livres ou piratas são verdadeiros grandes temas para a discussão, pois de um lado encontramos o monopólio estatal que regula o setor, e de outro, pessoas como eu ou você, que gostariam de expressar seus pensamentos, assim como reza a constituição federal que diz que todos temos o direito da tal "Liberdade de Expressão".
Novas tecnologias nos dias de hoje mudam sempre e as Rádios utilizam tecnologia de ponta para transmissões. Nos Estados Unidos e Europa, milhões de dinheiro estão sendo investido em Radiodifusão.

FONTES BIBLIOGRÁFICAS
MOREIRA, Sonia Virgínia. O Rádio no Brasil. Rio de Janeiro: Mil Palavras, 1991.
______________________ .Rádio Palanque: política feita no ar. Rio de Janeiro: Mil Palavras, 1998.
PORCHAT, Maria Elisa. Manual do radiojornalismo Jovem Pan. São Paulo: Ática, 1993. 205 p.
RÁDIO NACIONAL.Rádio Nacional: 20 anos de liderança a serviço do Brasil. Rio de Janeiro. Setemb./ 1956.
TAVARES, Reynaldo C. Histórias que o rádio não contou: do galena ao digital, desvendando a radiofusão no Brasil e no mundo. São Paulo: Harbra, 1999.309p.
XAVIER, Ricardo. Almanaque da TV: 50 anos de memória e informação. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.

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Tuesday, September 23, 2008

ALVORADINHA NA MANGUABA



Vem aí, aguarde. Desenho: Rolandri Silverio. Arte: Derinha Rocha. Enquanto isso um lembrete: sexta-feira, dia 26 de setembro, a partir das 9 horas, estarei na sede da Escola Municipal Jorge de Lima, no bairro de Santa Lúcia, em Maceió – AL, realizando manhã de autógrafos dos livros “Frevo Brincarte”, “Turma do Brincarte”, “Falange, Falanginha, Falangeta” e “O cravo e a rosa”, a exposição de livros “LAM: 26 anos de Literatura” e uma recreação infantil com música, teatro e contação de histórias ao som de frevo.

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Monday, September 22, 2008

DIA NACIONAL DA FAUNA



VIDA VERDE VIVA (CANTO VERDE)

VIDA VERDE VIVA (CANTO VERDE)


Luiz Alberto Machado

Convém lembrar da vida pros olhos de todas as manhãs.
Convém lembrar da terra dos pés de todas as cores, coisas, raças e crenças.
Convém lembrar de todos os ventos,
do rio de todos os peixes, todas as canoas, brejos, lagos e lagoas.
De todos os mares, oceanos e marés.
De todas as várzeas, todos os campos,
todos os quintais de todas as frutas e infâncias,
de todas as selvas dos bichos de todas as feras e mansasm
de todas as matas, de todas as flores e folhas,
de todas as aves, repteis e batráquios.
De tudo que brilha pra gente um outro sentido de vida.
Convém lembrar, acima de tudo, o direito de viver e deixar viver.

(tradução do artista plástico argentino Osvaldo Jalil)

Conviene recordar la vida por los ojos todas las mañanas
Conviene recordar de la tierra de los pies de todos los colores, cosas, razas y creencias
Conviene recordar todos los vientos
del río de todos los peces, todas las canoas, los pantanos, lagos y lagunas
De todos los mares, océanos y mareas
De todas las planicies, todos los campos,
todas las quintas de todas las frutas e infancias,
de todas las selvas, de los bichos de todas las fieras y mansas
de todas las selvas, de todas las flores y hojas,
de todas las aves, reptiles y batracios.
De todo lo que brilla para la gente dando otro sentido a la vida
Conviene recordar, encima de todo, el derecho a vivir y dejar vivir.

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FREVO BRINCARTE

Friday, September 19, 2008

PULA CORDA



PULA CORDA COM A VENTA NO CHÃO

Luiz Alberto Machado

MenininhoNito nunca teve jeito pras coisas.
Nossa! Como ele sempre foi desajeitado.
Certa vez, estava Rosa, Alvoradinha, Mindinho e Gordim brincando de pular corda.
MenininhoNito só olhando. Já tinha sido enjeitado doutras brincadeiras. Por exemplo, a turma que jogava bola, não deixava ele jogar porque era perna-de-pau.
Os que brincavam de pular pó-de-serra, também não. Toda vez que ele inventava de ir pro monte do pó-de-serra se arrebentava todo.
Se fosse saltar da goiabeira, arriscava quebrar o pescoço.
Se fosse pular o muro, saía todo arranhado.
Se fosse andar de bicicleta, findava de pernas pro ar.
Fosse o que fosse, era ele de bunda pra cima no maior chororô.
Mas não só isso, ele não acertava brincadeira alguma. Sempre dava tudo errado.
Pois bem, enquanto ele via os meninos pulando corda, a Rosa chamou:
- Vem pular!
- Vô não.
- Vem, menino.
- Vô nada.
E nessa peitica findou ele indo.
E lá vai! No primeiro pulo! Eita! Findou ele estatelado no chão todo enrolado com a corda!
Foi a maior risadagem. E ele todo tristinho, não sabia brincar de nada.
Aí a Rosa falou:
- Tem nada, menino, vamos de novo que assim você aprende. É na queda que a gente aprende a ficar de pé! Vamos?
Vambora!
Teve jeito? Nada. Ele está todo estropiado das coisas, mas feliz da vida por se sentir enturmado com eles.
- Ihiiiiiii!!!!!

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FREVO BRINCARTE

Wednesday, September 17, 2008

DIA DA COMPREENSÃO MUNDIAL



CRENÇA

Letra & música de Luiz Alberto Machado

É preciso respeitar melhor a vida
no amor que traz a paz que é tão bem vida.
Amar para se ter além do passional
e o coração valer o ser humano universal.

É preciso respeitar as diferenças
e não se equiparar ao que é hostil nas desavenças.
Lutar contra a mantença desigual
que forja o algoz na força do poder irracional.

Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.

É preciso ter no olhar a flor da vida,
trazer a luz do sol nas mãos amanhecidas.
E perceber o amor no menor gesto natural
para valer o sonho mais presente mais real.

Se entregar agora, todo dia e a noite inteira,
testemunhar assim as coisas verdadeiras.
Colher a lágrima do olhar mais desolado
para irrigar a sede do carinho devastado.

E afinal poder sorrir
como quem vai feliz viver,
a manter a crença e o seu proceder na paz.
Semear a vida no ideal de colher
o que virá depois
pra ser alegria imensa para um, mais dois, mais!
Viver a vida pelo que foi e será, é e será!

© Luiz Alberto Machado. Direitos reservados.

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Tuesday, September 16, 2008

EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE ALAGOAS



ALAGOAS - Hoje, 16 de setembro, é comemorado mais um aniversário da emancipação política do Estado de Alagoas, ocorrida em 1817, completando, assim, 190 anos.
O fato se deu por ocasião da revolução pernambucana, em 1817, quando em conflito entre os liberais independentes de Pernambuco que enfrentavam mais uma vez a Coroa Portuguesa, em mais um movimento antimonarquista.
De início o povo das Alagoas, então comarca pernambucana, apoiou o movimento libertário que envolvia padres e maçons. Mas a sua elite não resistiu a pressão do Governador Geral do Brasil de então, Conde D´Arcos, que veio da Bahia por Alagoas para atraiçoar e sufocar o levante em Recife.
Mesmo pondo fim ao movimento de resistência em Pernambuco, várias sublevações contra os portugueses se sucederam lá e em vários estados brasileiros, até que, 5 anos depois, em 1822, o Brasil se torna definitivamente independente de Portugal.

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Monday, September 15, 2008

LENDAS POÉTICAS: A LENDA DO AMAZONAS



A LENDA DO AMAZONAS

Fagundes Varela

Quando vestido de brilhante púrpura
Surgia o sol no céu,
Deixei a medo os majestosos píncaros
Onde habita o condor,
E guardando do frio os seios trêmulos
Nas dobras do brial,
Como errante cegonha ou pomba tímida,
Às planícies voei.
Em meus cabelos ciciavam, lânguidos,
Os sopros da manhã,
Clarões e névoas, iriantes círculos,
Giravam-me ao redor...
Mas sobre o leito de tecidos flácidos,
Inclinada a sorrir,
Deixava-me rolar aos doces cânticos
Dos gênios do arrebol.
Já perdendo de vista os Andes túrbidos
Sobre rochas pousei...
Sobre rochas pousei... as virgens cândidas,
Louras filhas do ar,
Trocaram-me do corpo a etérea túnica
Por manto de cristal,
Cantaram-me ao ouvido um hino mágico
Que falava de amor,
Tão meigo e triste como a voz da América
Em seu berço de luz.
Cingiram-me a cabeça dos mais límpidos
Diamantes e rubins;
Das borboletas leves e translúcidas
Do verde Penamá
Formaram-me sutil, brilhante séquito;
Aspergeram-me os pés
Do perfume das flores mais balsâmicas
Das savanas sem fim,
E, me apontando da floresta os dédalos
Pejados de frescor
Deram-me abraços mil, ardentes ósculos,
E deixaram-me só...
E deixaram-me só; nos vastos âmbitos
Sem rumo, me perdi,
Meus olhos inundaram-se de lágrimas,
Quis aos montes voltar...
Mas o treno saudoso dos espíritos
À minh’alma falou,
E ao grato acento dessas queixas místicas
De novo me alentei.
Desci das brenhas pensativa, atônita,
Olhos fitos além,
Meu manto sobre a rocha um surdo estrépido
Desprendia ao roçar...
E meus cabelos borrifados, úmidos
De sereno estival,
Salpicavam, ao sol, de infindas pérolas
O desnudado chão.
Os velhos cedros com seus ramos ásperos,
Saudaram-me ao passar,
Os cantores das matas, em miríades,
Os coqueirais senis
Bradaram numa voz: - oh! filha esplêndida
Da eterna criação,
Corre, que ao lado do soberbo tálamo
Por ti suspira o mar!...
Ao meio-dia, extenuada, mórbida
Pelo intenso calor,
De um mundo ignoto sob a imensa cúpula
Solitária me achei.
Argênteas fontes, sonorosos zéfiros,
Rumores divinais,
Grutas de sombra e de frescura próvidas,
Multicores dosséis,
A cujo abrigo um turbilhão de pássaros
Cruzava a trinar
Um não sei quê de vago e melancólico,
De infinito talvez,
Acenderam-me ao seio a chama insólita
De estranha sensação!
Sentei-me ao lado de um rochedo côncavo
E procurei dormir...
E procurei dormir; - as plagas túmidas,
O indizível amor
Que transudava dos sussurros épicos
Dos sombrios pinhais,
Em cujas grimpas ramalhavam séculos,
Dormia a tradição;
Da rola do deserto as flébeis súplicas,
A tênue, frouxa luz
Coando entre os rasgados espiráculos
Desse zimbório audaz
Por mil colunas desmarcadas, ríspidas,
Sustentado ante o céu,
Vedaram-me o repouso, e a mente estática.
Em santa reflexão
Senti volver-se as cenas de outras épocas.
Ah! que tudo passou!
Como o sol era belo e a terra lúcida!
Como era doce a paz!
Da família indiana em noite plácida
Junto ao fogo a dançar!
Como era calmo e belo e vivo o júbilo
Das filhas de Tupã
Depondo junto ao fogo os anchos cântaros
E atrás dos colibris
Correndo alegres nos relvosos páramos!
E a voz do pescador
Sobre as águas plangentes e diáfanas
De ameno ribeirão!
E o rápido silvar das setas rápidas
Os urros do jaguar,
A volta da caçada, os hinos férvidos
Nos festins anuais!
Tudo findou-se! A mão cruel, mortífera,
De uma idade feroz
Tantas glórias varreu, e nem um dístico
Deixou no chão sequer!
Apenas no deserto ermos sarcófagos
Sem mais cinzas, nem pó,
Negras imagens de figuras híbridas,
Soltas aqui e ali,
Resistem do destino ao rijo látego!...
Mas das eras de então
Nada revelam no silêncio gélido!...
Meu Deus e meu Senhor!
Eu que vi construir-se o imenso pórtico
Do edifício imortal,
Donde ao vivo luzir dos astros fúlgidos
Todo o ser rebentou,
Eu que pelas planícies inda cálidas
De vosso bafejar,
Vi deslizar o Tigre, o Eufrates célebre,
O sagrado Jordão...
Eu sem nome, sem glórias e sem pátria,
Entre os densos cocais,
Ia, bem como as gerações sem número,
Absorta escutar
Dos santos querubins a voz melódica!...
Eu que pobre e sem guia,
Pobre e sem guia nos desertos áridos,
Teu poder, grande Deus,
Pressentia no ar, no céu, nos átomos...
Vi também sob o sol
Afogarem-se os orbes no crepúsculo
De uma noite fatal,
E à lareira da vida erguer-se impávido
O nada aterrador!
Vi num combate pavoroso e tétrico,
Torva, escura epopéia,
O fantasma do estrago, a morte esquálida
Vencer a criação,
Devorar-lhe sem penas as quentes vísceras,
Dilacerar sem dó
Da madre natureza as fibras íntimas!
Vi à luz dos fuzis,
Do abutre da tormenta a insana cólera
A floresta cair;
Vi negras feras e serpentes pérfidas,
Demônios de furor,
Alastrarem a terra de cadáveres
De pobres animais;
E deste solo de imundícias lúbrico,
Também vi se elevar
A própria vida de destroços pútridos!...
Meu Deus e meu Senhor,
O que diz esta lei crua e fatídica?...
Sobre o vale da dor,
Sobre o vale da dor mirando as nuvens,
Cismando no porvir,
Eu também moça sinto-me decrépita!
Vê-me a aurora nascer,
Mas ouve a noite meus cantares fúnebres!
A alvorada outra vez
Das cinzas de meus restos inda tépidas
Rediviva me vê!...
Eu murmurava assim triste e perplexa
Cortando a solidão...
As estrelas surgiam belas, nítidas
No céu de puro anil,
O bando vagabundo das lucíolas,
Rastejando os pauís
Derramavam clarões débeis e fátuos
Nas plantas ao redor,
Línguas de fogo verde-azul fosfórico
Cruzavam-se no ar...
A terra e os astros num sorrir recíproco
Pareciam se unir,
Uma para beijar o azul sidéreo,
Outros para verter
No seio que sofre um doce bálsamo.
A branca lua
Pura se erguia na celeste abóbada,
Tudo era paz e amor,
Vozes e saudações, hinos angélicos!
Um tênue, langue véu
Senti passar-me pelos olhos ávidos;
Um perfume feliz
Ungiu-me a fronte de venturas ébria,
Pensei adormecer!
Mas ah! Quando de novo abri as pálpebras,
Reclinado a meus pés,
Coroado de espumas e chamas vívidas,
Prostrado estava o Mar.
Como a noite era bela e a terra lúcida!

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Friday, September 12, 2008

A INFÂNCIA



A INFÂNCIA

Luiz Alberto Machado

Eu nasci entre um rio e um sorriso de mulher.

No rio, aprendi o mundo feito um peralta.

No sorriso da mulher, aprendi a vida. E como era linda!

Mas só não havia o rio e a mulher, havia muitas outras coisas que eu pude ver na minha televisão pirrototinha que mostrava paisagens de ontem, de hoje e de amanhã.
No festival de ontens, eu me via com as crianças que não apareciam nunca: só os homens e mulheres com seus castelos, tesouros e mandos. Havia festas de princesas, príncipes e dragões. Mas eu não via nenhuma criança feliz entre príncipes, princesas, reis e dragões. Só com as histórias contadas e recontadas.

Lembro quando esqueci de mamar. Não precisava mais. Já mexia com talheres e me achava um quase grandão, feito meus pais e parentes.

Foi aí que aprontei que só. Passei a sensação do momento, o artista da casa. Ah, como fui paparicado. E mais presepadas eu fazia, brincava demais. Mas eu quase me sentia um brinquedo dos maiores, quando, na verdade, eu queria era brincar com eles. Eles nunca tiveram tempo. Alguns momentos, só.

Para me livrar, brinco com meu cavalo de pau, com meu soldadinho de papel, com meu bodoque, peteca, ximbras e passo tempo virando e revirando o mundo com meus bonequinhos de barro: o indiozinho, o pretinho e o branquinho. Como eles são meus brinquedos, eles são amigos. Se estranham, mas faço eles apenas guerrear de mentirinha. Afinal, quem manda sou eu, né?

Ah, mas eu vi um Pelezinho passando com uma foice na mão.

- Ei, Pelezinho!

Eita, ele mandou um chau pra mim. Disse que vai trabalhar na cana com os pais dele. Eu queria tanto ir com ele. Dizem que o trabalho dele é longe e que ele vai amontado num caminhão sorrindo por ai.Eu queria ir, mas não deixam eu trabalhar com Pelezinho. Queria tanto trabalhar com Pelezinho. Acho que seria muito bom as brincadeiras com o Pelezinho no trabalho dele. Andar de caminhão deve ser muito bom. E brincar pelas rodagens deve ser melhor ainda, chupando cana, sorrindo pro sol.

Destá. Pelezinho quando voltar a gente brinca. Enquanto isso vou bolar umas coisas para quando ele chegar, a gente brincar bem muito.

Chau.

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Tuesday, September 09, 2008

ENCICLOPEDIA BRINCARTE



ABREU LIMA – nome de uma família histórica pernambucana abrangendo o pai José Inacio Ribeiro de Abreu e Lima, conhecido como padre Roma e seu filho o historiador José Inacio de Abreu e Lima.

JOSÉ INACIO RIBEIRO DE ABREU E LIMA (1768-1817) – jornalista, advogado e eclesiasta pernambucano, também professor do convento do Carmo de Goiana, Pernambuco, com o nome de frei José de Santa Rosa. Foi um dos mais ativos conspiradores da revolução de 1817, quando então conhecido como Padre Roma foi preso na Bahia e condenado pelo governador conde dos Arcos, fuzilado pela repressão.

JOSÉ INACIO DE ABREU E LIMA (1794-1869) – historiador pernambucano que, apesar do pai ser um padre católico, já era um polemista que não professou a religião católica e se declarado livre-pensador, tendo, por isso, recusado sepultamento no cemitério dos Ingleses. Foi capitão da Academia Militar do Rio de Janeiro, quando foi preso e condenado no Recife por crime de insubordinação e desordem, cumprindo sua pena na Bahia, quando assistiu o fuzilamento do seu pai. Depois deste incidente ele consegue com a ajuda da Maçonaria, a sua soltura e embarque para os Estados Unidos e de lá segue para a Venezuela e se alista entre os soldados de Simon Bolivar, empenhando-se nas lutas de emancipação daquele país e da Colombia, onde recebeu o título de general. Participou do exercito libertador até ocupar o posto de chefe do estado-maior de Bolivar. Regressa ao Brasil em 1832, onde atuou como jornalista e realizando a primeira síntese da evolução histórica brasileira, escrevendo e publicando, depois, vários livros. Fixou-se finalmente em Pernambuco, a partir de 1835 ao tempo da revolução Praieira, quando se declarou socialista e escreveu diversas obras.

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Monday, September 08, 2008

LENDAS



A MANDIOCA

O morubixaba tinha-se entregue ao descanso conferido aos velhos. A mulher tratava da cozinha, escaldava o peixe, enfileirava-o nas embiras de fumeiro, moqueava a caça e punha-a de reserva na gamela, para que não faltasse alimento nos mais duas de chuva ou de prolongada estiagem.
A filha, de ânimo sossegado, levava a existência singela das outras jovens da tribo. De manhã e de tarde, atravessava a nado o ribeirão, sob os ramos inclinados dos ingazeiros. De volta, trazia frutos e flores, não raro uma cabeça de mel colhido no oco de um pau.
Em casa, tirava as fibras do tucum, fiava e, mediante uma agulha feita de taquara, tecia redes para a pesca. Tratava da arara, cumulava-a de blandícias e de coquinhos verdes. Confeccionava belas redes de repouso, vistosos cocares de penas para os moços da tava, e quando não tinha mesmo nada que fazer, repetia as cantigas de guerra ou de amor que lhe haviam chegado através das gerações.
Nada mais singelo, nem mais puro. No entanto, de um dia para o outro, sentiu-se grávida. Correu a contar a novidade ao pai, o velho morubixaba. Este não aceitou, absolutamente, a estória que a pobre moça lhe contava, com lagrimas nos grandes olhos pretos, doces como jabuticabas. O velho índio sentiu-se enganado e, por todos os meios ao seu alcance, tratou de investigar quem seria o pai de seu futuro neto.
Quando chegou o dia do parto, num ambiente carregado, apareceu certo homem branco, daqueles que pela austeridades e pelas atitudes, impunham desde logo confiança. Procurou o velho chefe e lhe disse que, realmente, sua filha se tornara mãe em pleno estado de virgindade. Assim, a jovem índia e sua filhinha encheram o rancho de alegria.
Mas ao cabo de um ano, sem qualquer doença, a pequenina Mani, assim se chama ela, fechou os olhinhos negros e morreu, sendo enterrada nas proximidades do rancho. E, segundo o costume da tribo, esta sepultura era regada todas as manhãs.
Certo dia, porém, para surpresa de todos, brotou naquele local uma planta muito bonita a que a mãezinha saudosa, em lembrança da pequenina Mani, deu o nome de Maniva. Desenvolveu-se, deu grossas raízes de leitoso suco. Dela, os índios passaram a tirar o cauim, bebida que antes era fabricada com outros elementos. E a farinha!
A aldeia passou a chamar a planta de Mandioca, em cujo som encontram-se Mani, a criança morta, e Oca, a casa do índio, onde a maniveira é aproveitada das folhas às raízes como símbolo de alegria e abastança.

FONTE:
FERREIRA, Ciro Dutra; SANGUINETTO, J. C., CORTES, Paixão. LESSA, Luis Carlos Barbosa. Lendas brasileiras. Porto Alegre: Centro de Tradições Gauchas/Livraria Pluma, s/d.
LESSA, Barbosa. Estórias e lendas do Rio Grande do Sul. São Paulo: Edigraf, 1960.
SCHMIDT, Afonso. A mandioca. In: Antologia Ilustrada do Folclore Brasileiro. São Paulo: Edigraf, 1960.

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Friday, September 05, 2008

FREVO BRINCARTE



FREVO BRINCARTE NA ESCOLA JORGE DE LIMA, BAIRRO DE SANTA LUCIA – MACEIÓ.

Atendendo um convite da professora Cêiça Marques, Luiz Alberto Machado estará com o lançamento do livro “Frevo Brincarte”, manhã de autógrafos dos livros “Turma do Brincarte”, “Falange, Falanginha, Falangeta” e “O cravo e a rosa”, a exposição de livros “LAM: 26 anos de Literatura” e uma recreação infantil com música, teatro e contação de histórias ao som de frevo.
O evento acontecerá no próximo dia 26 de setembro, a partir das 9 horas, na sede da Escola Jorge de Lima, no bairro de Santa Lúcia, em Maceió – AL.

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